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Nenhum Homem é uma ilha…
Em 2006 o Gitarrista e vocal do Pink Floyd, David Gilmour lançou seu excelente terceiro album solo, chamado “On an Island”, até aí morreu neves. Ele mantém a mesma linha floyd, mas está bem diferente, por exemplo, do Division Bell – que era um disco do Gilmour com o selo do Floyd que gerou a turne do Pulse de ‘94. Mas então, o “On a Island” vale a pena escutar, anote aí as dicas do tio Leandro: “On an island”, “The Blue”, e “Smile”.
Dá para matar a saudade e dá para escutar pela primeira vez. Segue a Baixo o disco.
01. Castellorizon
02. On An Island
03. The Blue
04. Take A Breath
05. Red Sky At Night
06. This Heaven
07. Then I Close My Eyes
08. Smile
09. A Pocketful Of Stones
10. Where We Start
Agora o legal mesmo, e o que eu queria falar, é sobre a turne do disco, “Remember that night – Live at Royal Albert Hall”. Um excelente DVD duplo, ao vivo, com mais de 3 horas de duração e com participações de Rick Wright (Parceiro de Pink Floyd) e incríveis aparições de Robert Wyatt, David Bowie, e Crosby & Nash. Isso mesmo!
Mas o review eu faço depois
Ah só pra constar meus tempos de free-lancer only thats over baby… finalmente voltei a um emprego tradicional de 8 horas. Projeto e Software Livre, Software livre e projetos…
2 comments 06 Março 2008
Finally – the first firewell concert.
Nessa semana comprei alguns dvds bem legais. Um deles foi o um show do phil collings que eu já estava de olho a um bom tempo, ele se chama Phil Collins – Finally – The First Farewell Tour – um excelente show.
Tão bom quanto o aclamado “carrousel”, que realmente foi um show fantástico. Contudo, infelizmente, Phill vai sempre se deparar em comparações com seu ex-genesis partner peter gabriel- e considero isto totalmente unfair. Vou dizer porquê – são coisas diferentes.O que vc prefere agora um refrigerante ou uma cerveja? Pois é, se vc quiser um, vc não vai querer outro e vice-versa. A comparação é de certa forma natural, pois Phil substitui Peter nos vocais e liderança do Genesis, mesmo que isso tenha acontecido antes de eu nascer
. Ainda assim, são coisas diferentes. Não levem a mau, tb tenho acompanho o peter, e seus shows são fantásticos tb, ele pensa todo tempo em agradar o público – e consegue.
Voltando para o show, ele é fantástico, e ainda por cima, consegui descobri para que serve a função “angle” do meu dvd, de fato o nome é sugestivo. A função angle em algumas músicas permite vc ver a mesma performance em diferentes ângulos, ou câmera diferentes, o que é excelente.
O show começa com um show com 3 percursionistas, ou bateristas(drummers, se prefirir) em 3 ângulos diferentes, ótimo, de fato. Em todos os Shows Phill faz questão de apresentar um pouco sua performance como baterista, que aliás é muito boa. Não perca.
O DVD é cheio de sucessos como – Take a look at me now, dont loose my number, groove kind of love, another day in paradise e por aí vai. A performance é fantástica, assim como o carisma com o público que phil tem. Essa parte do carisma é muito importante, e ele consegue equilibrá-la com a humildade de forma magistral. magistralmente ele consegue, o que dá um requinte especial – essencialmente em seus shows claro.
A banda formada de 14.ooo músicos como de costume, apesar de enorme ela é convincente e eficaz. Existem alguns nomes conhecidos como o baixista Leland Sklar e o baterista Chester Thompson – que tb estavam presentes no carrossel há MUITO tempo atrás.
O Show é de 2002/3 e o DVD é cheio de surpresas como os “angulos” que eu já falei, video-clip das músicas do show, “wild-cards”- que mostra uma apresentação muito boa em montreaux, por exemplos, e outras coisas. Foi legal rever alguns video-clipes de 10.000 anos atrás, assim como ver, pela primeira vez, video-clips de músicas que eu já conhecia de cor.
Em outras palavras, não acho que o Phil Collings “derrubou” o Genesis, na verdade. ele o redirecinou, o transformou em algo diferente do que Peter Gabriel havia levado. Peter era teatral, ainda é, e presava por um caminho que queria mostrar ao público uma realidade diferente, tanto que em suas apresentações ao vivo, em especial na Itália, ele costumava fazer pequenas introduções para suas canções, para que o público, pudesse entender, ou elevá-los ao mesmo patamar de peter, para que eles possam apreciar a música. Contudo, Phil, falava de sentimentos muito mais claros, clássico da estrutura do POP, e particularmente acho que ele faz muito bem.
Não vou compara lennon com mccartney, mas acredito que o DVD seja uma grande pedida para aqueles que gostem de um bom POP na moda antiga;). Boa Diversão.
1 comment 07 Abril 2007
Who do you, who do you, who do you, who do you think you are?
Um filme legal que eu vi ultimamente foi o novo 007(apesar de eu achar muito violento). Sempre fui fã das trilhas sonoras do agente britânico. Tem muita coisa legal, tipo – Live and let die(Paul Mccartney), view to a kill(duran duran), tomorow never dies(Sheryl Crow), living day lights(a-ha), nobody does it better(carly simon), entre outras… Dessa vez fui surpreendido por um voz que eu já conhecia… estava ouvindo e de repente… peraí … esse eh o Chris Cornell (ex-Soundgarden, e agora no que sobrou do rage agains the machine – o audioslave, que eh muito boa por sinal). Foi uma boa surpresa, o nome da música eh “You know my name”, que nem de longe tem o peso das músicas do Cornell, nem do saudoso soundgarden, e nem do audioslave, mas eh legal.
Lembro que a primeira coisa que escutei do Soundgarden foi um cassete (que comprei na loja!) do disco “Superunknown” – Uma verdadeira obra prima, que contém pérolas como a tocada até a exaustão nas rádios “Black hole sun”, e a fantástica (pelo menos pra mim:)) “the day that i tried to live”. Apesar de ter que dar o braço a torcer, e dizer que musicalmente o Alice in chains era de longe a banda mais completa do movimento do início dos anos 90, o Soundgarden provavelmente foi a banda que mais escutei(ok, ok, teve o nirvana, mais …. sei lah… acho que nunca mais vou escutar…não sou mais adolescente u know). Ainda assim, o Soundgarden era uma banda MUITO show do movimente “Grounge”(Cara nunca pensei que ia voltar a falar nisso). Uma das músicas mais legais do Soundgarden, e uma das músicas com mais “presença” que já escutei, é a “Blow up the outside of the world”, lembro que cantei um zilhão de vezes as frases iniciais “nothing, seems to kill me… no matter how hard i tried”(adolescente stuff).
Agora voltando ao bom e velho progressivo nacional que eu tinha prometido, tem algo muito legal que eu queria falar – O Bacamarte, e o Marco Antônio Araújo.
Segunda a Wikipedia – “Marco Antônio Araújo foi um guitarrista brasileiro nascido em 28 de agosto de 1949 na cidade de Belo Horizonte e falecido prematuramente a 7 de janeiro de 1986 vitimado por um aneurisma cerebral, um dia antes de receber um prêmio de “Melhor Instrumentista do Ano de 1985” oferecido pela Revista Veja.”
Marco Antônio Araújo gravou quatro discos antes de morrer e fizerem um quinto, uma coletânia. As músicas são fora de série com influências variando desde música clássica, indo para o progressivo, com um pitada do “mineirismo” utilizado com maestria pelo clube da esquina stuff. Você consegue notar o crescimente musical em cada disco. O primeiro disco se chama “influências” de 1982, que é um disco muito bom, que mostram um reflexo do que seria esse grande músico. O segundo “Quando a sorte te salta um cisne na noite”, também de 82, é uma obra de arte, e meu preferido, que contém músicas incriveis com arranjos fantásticos. O terceiro se chama “entre um silêncio e outro” de 83, também uma obra de arte com arranjos perfeitos e muito perfeccionismo. Esse disco mostra seu lado erudito na forma mais refinada. E por último o disco que leva o nome de seu filho, “Lucas” – também um excelente album, tem uma homenagem inclusive ao jimi page. Em 85 foi lançado o album, “Animal Racional”, que é uma coletânia. Vale apena para um tempo e escutar. Muito bom para estudar e escrever blogs
Em 96/97 conheci uma banda chamada Bacamarte, por intermédio do disco “Depois do fim” – Simplismente fantástico. Para mim o melhor do progressivo nacional. Para saber mais sobre a banda, mais um vez vou deixar a wikipedia falar – “A banda foi formada por colegas de colégio, tendo sido idealizada pelo multi-instrumentista Mario Neto, a banda sofreu várias mudanças na formação. Apresentaram-se no programa Rock Concert, da TV Globo. Gravaram um fita demo, que não conseguiu aprovação das gravadoras. Em 1982 o grupo conseguiu destaque, com o surgimento da rádio Fluminense FM e sua política de divulgar bandas novas, lançando no ano seguinte o álbum Depois do Fim, que é considerado um dos melhores álbuns do rock progressivo brasileiro. O sucesso, que tornou o grupo consagrado na Europa e Japão, não impediu o fim da banda em 1984. Na década de 1990 o guitarrista Mário Neto lançou o álbum As Sete Cidades com o codinome Bacamarte.”
Pois eh a “maldita”
que lançou os kras. Essa foi a minha primeira surpresa, a segunda foi que enquanto eu escrevia esse review, descobri que em 99 o Mário Neto lançou o álbum, “As setes Cidades” – que eu ainda não escutei. Nem precisa dizer que começou a caçada
. Sei que pode parecer heresia, mais gosto mais do bacamarte do que o terço ou dos mutantes (Mesmo eles tendo apenas um disco). Acredito tb que “Depois do fim” é potencialmente a grande obra prima do Progressivo Nacional.
Bom essas foram as dicas da semana, na próxima eu falo do movimento “Quiet is the new loud” e do kings of convenience (o que eu tenho escutado ultimamente).
Cya dudes,
Leandro Santoro.
funny stupid stuff – http://www.youtube.com/watch?v=OwwbXHNGsjU&mode=related&search=
Sugestão extra da semana( who do you
Who do you, who do you, who do you think you are) - http://www.youtube.com/watch?v=UDPiIIckeGY&mode=related&search=
2 comments 21 Janeiro 2007
Progressive World music from the past…
Apesar de um longo tempo sem blogar, mesmo tendo MUITA coisa nova acontecendo, o que eu pretendo falar agora é sobre música. Uma das coisas legais que aconteceu atualmente, foi que eu comprei um Violão bem legal , aço, elétrico, (não chega a ser modelo folk, mas tem uma acústica boa), além de algo bem legal que eu nem sabia que isso existia – Afinador embutido(the real thing!!!!). Estou super feliz de como as coisas tem acontecido. Lembro que há uns 11 anos atrás eu passava dia sim dia não nas lojas, namorava as guitarras e o violões e tipo comprava numa super ultra plus promoção de fim de ano – Normal. Na época todos os meus amigos estavam desempregados e éramos todos pobres, e conseguíamos até ser + ou – felizes (afinal de conta éramos adolescentes). Mas hoje eu posso comprar as coisas que eu quero, de vez em quando eh claro
Mas não eh sobre isso que eu queria falar. O que eu queria falar eh sobre o que eu tenho escutado ultimamente. Tenho duas ótimas pedidas do bom velho e infalível progressivo italiano – Banco del Mutuo Soccorso e AcquaFragile.
O primeiro é uma das maiores do progressivo italiano, talvez depois apenas do PFM. O disco que eu tenho escutado é o BANCO e o DARWIN. Eles mostram um equilíbrio fantástico do músico com o poeta. Uma pérola que eu gosto muito de escutar é a música 750000 anni fa…l’amore ? . Tanto a versão ao vivo qto a de estúdio são muito boas. Outra que vale apena escutar é a AcquaFragile, escutei o disco Mass – media stars. Gostei da música Cosmic mind affair e de outras.
Saindo um pouco do progressivo italiano, eu não poderia deixar de falar de um dos melhores discos que já escutei – Livin’ in the material world. Para mim, que achava que seria difícil o George Harrison ter algo melhor do que All things must pass, acredito que achei o grande “master piece” do ex-beatle. Praticamente todas as músicas são boas, mas tem algumas que são MUITO especiais. Uma conhecida é a Gimme me Love(Give me Peace on Earth) – gravada pela marisa monte. Algumas das pérolas são The day the world gets ’round, The light that has lighted the world, e a alegre don’t let me wait too long. Esse album tem uma das musicas mais bonitas que já ouvi e ela se chama “Be here now”, um saudosismo de outras épocas de sua vida retratada de forma suave, sonora, poética, perfeita. Pode comprar(ou baixar).Apesar de gostar muito de Lennon e Mccartney, Harrison é o beatle que mais tenho escutado nos últimos 4 anos.
Nos próximos posts eu posto alguma coisa do progressivo nacional.
Cya dudes.
1 comment 17 Dezembro 2006
